Sempre que tento olhar em frente e seguir com isto, depara se algo misterioso vindo do nada e choca comigo.
Como doi a realidade dura e árdua dos outros.
O sofrimento destes outréns passa para nós como uma rajada de vento que passa pelas árvores de um jardim que ficam desnudadas.
É assim que me sinto, desnudada com tanto sofrimento que mexe comigo, cada mistério que vem ter comigo dá me uma pancada maior no coração.
Como me sinto imputente em não poder fazer nada para mudar a sua dor.
Bem que posso dar o conforto das minhas palavras, mas quem sou eu para isso?
Tudo o que queria era que nada das coisas que aconteceram o tivessem acontecido, mas ás vezes é precisso isso para as pessoas crescerem.
Só mesmo da pior maneira para aprendemos a crescer e saber como de verdade é a vida lá fora das quatro paredes que nos protegem até a nossa idade adulta.
Se houvesse uma maneira de fazer com que o passado se fosse...