quarta-feira, 7 de abril de 2010

Sem barreiras para as travar :c

Dou por mim no quarto com tudo ás escuras e é díficil perceber como, ou porquê mas são memórias que me recordo e me fazem perder a cabeça. Lágrimas incessantes á espera que um sorriso, um abraço, uma mão as trave, escorrendo sem barragens para as impedir dão sinais pela minha almofada na qual agarro, pedindo conforto pelo qual desejo. Sinto me numa luta sem fim, onde as noites parecem longas e as lágrimas escorrem pela face abaixo não parando, sentindo falta que algo ou alguém as socorra deste poço, deste buraco sem fim que se instalou naquele orgão que bate no peito a que chamam de coração.
Onde estás tu, quando mais preciso de ti ??