Enquanto reviro páginas de vida, subitamentente lágrimas caiem incessantes pela face abaixo.
São confissões de um sofrimento em silêncio que jaz dentro de mim, sofrega e ensurdecedora esta dor que jamais permiti mostrar.
É de mim que se trata,a dor pertence me, não vou partilha lá, quero ser invejosa ao ponto de não mostrá la ao mundo, apressioná la nas masmorras mais escombrias e frias onde se retratava um orgão muito poderoso que tinha batimentos fortes e vivos, mas onde agora jaz um buraco e nada mais que isso.
Como um buraco negro que suga tudo, este suga a dor para mim, absorvo a completamente até não poder mais existir neste mundo sem fim...
Sem eira estou estonteante, parada a frente do céu, vejo milhões de estrelas e a mais linda delas todas a LUA.
Antes que tudo isto seja apercebido por outréns, fecho estas lágrimas e a dor visível no obscuro do meu pensamento e parto para mais um dia de luta constante onde apenas o que mostro é um ser que outrora existira mas que sabendo eu que esse ser já não existe, mostro aqueles que dizem sentir amor por mim, um sorriso descarado e cheio de falsidade.
Dias e dias numa luta de mentiras constantes, fingindo ser feliz, ser forte.
Enquanto depois de umas horas nisto volto para o meu refúgio, o meu esconderijo de tudo e de todos, e aí volto a escuridão e á constante dor sofrega que á muito se apodera de mim.
Não poderei mostrar nada, pois tudo o que quero é morrer ao tentar dispersar num vazio tentado de sofrimento que vagueia por este mundo fora.
São confissões de um sofrimento em silêncio que jaz dentro de mim, sofrega e ensurdecedora esta dor que jamais permiti mostrar.
É de mim que se trata,a dor pertence me, não vou partilha lá, quero ser invejosa ao ponto de não mostrá la ao mundo, apressioná la nas masmorras mais escombrias e frias onde se retratava um orgão muito poderoso que tinha batimentos fortes e vivos, mas onde agora jaz um buraco e nada mais que isso.
Como um buraco negro que suga tudo, este suga a dor para mim, absorvo a completamente até não poder mais existir neste mundo sem fim...
Sem eira estou estonteante, parada a frente do céu, vejo milhões de estrelas e a mais linda delas todas a LUA.
Antes que tudo isto seja apercebido por outréns, fecho estas lágrimas e a dor visível no obscuro do meu pensamento e parto para mais um dia de luta constante onde apenas o que mostro é um ser que outrora existira mas que sabendo eu que esse ser já não existe, mostro aqueles que dizem sentir amor por mim, um sorriso descarado e cheio de falsidade.
Dias e dias numa luta de mentiras constantes, fingindo ser feliz, ser forte.
Enquanto depois de umas horas nisto volto para o meu refúgio, o meu esconderijo de tudo e de todos, e aí volto a escuridão e á constante dor sofrega que á muito se apodera de mim.
Não poderei mostrar nada, pois tudo o que quero é morrer ao tentar dispersar num vazio tentado de sofrimento que vagueia por este mundo fora.